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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

HISTÓRIA PRESENTE. Exposições sobre Futebol, Arte e História no Museu Histórico Nacional.




Bo Alstrom

"Football"
Oil on canvas
87 x 110 cm, 2014

Foto: Grazielle Alves


                             Bienal Europeia e Latino Americana de Arte Contemporânea (BELA Bienal).
                             Museu Histórico Nacional: de 9 de janeiro a 8 de fevereiro de 2015.






Também a Exposição: COM A PALAVRA D. LEOPOLDINA, IMPERATRIZ DO BRASIL.


                               "Sessão do Conselho de Estado". Georgina de Albuquerque. 1922

Em cartaz de 14 de outubro a 01 de março de 2015, a exposição "Leopoldina, Imperatriz do Brasil", lançando as bases para o início das comemorações do bicentenário da chegada de Leopoldina ao Brasil a ser celebrado em 2017. Com curadoria da historiadora Solange Godoy e cerca de 200 peças do acervo do próprio Museu Histórico Nacional, a exposição "Com a palavra D. Leopoldina, Imperatriz do Brasil" aborda a infância da arquiduquesa, o casamento com d. Pedro e os compromissos assumidos em decorrência desse, a viagem da Áustria para o Brasil, a chegada ao Rio de Janeiro e as acomodações no Palácio de São Cristóvão; a missão científica, o papel político de Leopoldina, as relações familiares e a sua morte prematura aos 29 anos. 
O fio condutor da exposição são trechos da vasta correspondência escrita por Leopoldina, que abrange desde a sua infância até a última noite de sua vida, quando já tinha consciência de sua morte iminente, num total de mais de 1.000 cartas conhecidas. 



O Museu Histórico Nacional.

Criado em 1922, é o maior e mais importante museu de história do país. Apresenta moderno circuito de exposições de longa duração que abrange a história do Brasil, da arqueologia ao século XXI, além de mostras temporárias de história, ciências e artes. Abrigado num dos mais significativos conjuntos arquitetônicos de origem militar da cidade do Rio de Janeiro, totalmente restaurado e acessível, dispõe de agradáveis pátios internos, loja e restaurante. Disponibiliza Arquivo Histórico, com importantes documentos manuscritos e iconográficos, e Biblioteca especializada em História do Brasil, que inclui ainda moda e gastronomia, e oferece atendimento a escolas e grupos de projetos sociais (mediante agendamento). 

Ter - Sex:
10:00 - 17:30
Sáb - Dom:
14:00 - 18:00

Endereço: Praça Marechal Âncora s/n - Rio de Janeiro RJ.


sábado, 30 de novembro de 2013

A Enciclopédia do Futebol - Dor na Estrela Solitária















Morreu nesta quarta-feira dia 27 de novembro, aos 88 anos, Nilton Santos, ex-jogador e ídolo do Botafogo. Ele foi internado no último domingo por causa de uma insuficiência respiratória e cardíaca. Ele havia passado por uma melhora nos últimos dias, mas não resistiu às complicações na noite da última terça-feira e faleceu no início desta tarde. Ex-companheiros e personalidades do esporte lamentaram a perda. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) também emitiu nota de falecimento e decretou um minuto de silêncio nos próximos jogos.
Nilton Santos disputou 718 jogos pelo Alvinegro. Ele divide o posto de maior ídolo da agremiação com Mané Garrincha. O velório do ex-craque será realizado na sede de General Severiano, a partir das 20h. O time jogará de luto contra o Coritiba, domingo, às 17h (de Brasília), no Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro.
O ídolo deixa a mulher Célia, que reside em Araruama, cidade localizada na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, desde o fim de 2012, quando passou a ser cuidada pela irmã em razão de um tumor cerebral. O casal não tinha filhos.
Nilton Santos apresentava dificuldades de locomoção por causa de problemas médicos e precisava do acompanhamento de enfermeiros. Nos últimos anos de vida, o ex-jogador pouco deixava a clínica de repouso, já que dependia do Botafogo para qualquer atividade diferente.
A bandeira na sede do clube está em meio mastro. Nilton Santos foi tratado com bastante atenção pela diretoria comandada pelo presidente Maurício Assumpção nos últimos anos. Dirigentes estavam constantemente em contato com o ídolo e bancavam a sua estadia em uma clínica de repouso, local no qual estava internado por conta do Mal de Alzheimer.
Nilton Santos disputou quatro Copas do Mundo, foi bicampeão pelo Brasil e eternizado pela Fifa como o melhor lateral esquerdo do século 20. O ex-camisa 6 vestiu apenas três camisas: seleções brasileiras e carioca e, é claro, o Botafogo.
Pelo Botafogo, Nilton Santos foi campeão carioca quatro vezes (1948, 1957, 1961 e 1962) e conquistou dois Rio-São Paulo (1962 e 1964). O lateral nunca perdeu uma decisão pelo Alvinego e foi eleito, em pesquisa feita pela Fifa em 1998, para a seleção do século passado.

O Alvinegro foi a casa da "Enciclopédia do Futebol" por 16 anos. O apelido surgiu quando o então jogador revolucionou sua posição ao passar a atacar, em vez de apenas defender.


Fonte: esporte.uol.com.br/

sábado, 16 de novembro de 2013

Dá-lhe Peixe! Campeão Praiano!
















Há exatos 50 anos, um dos maiores times de todos os tempos (para muitos o maior) sagrou-se bicampeão Intercontinental (mundial não reconhecido pela FIFA).
A decisão contra o Milan (ITA) foi uma verdadeira batalha. O Santos saiu atrás - perdeu o primeiro jogo por 4 a 2 na Itália - e tudo levava a crer que não teria forças para reverter o placar. Se já não bastasse enfrentar a equipe que era a base da seleção italiana, o Alvinegro ainda teve a baixa do maior jogador de todos os tempos, Pelé, que se machucou. Além dele, Zito e Calvet ficaram fora das finais.  Primeiro, no segundo duelo, repetiu os 4 a 2 (de virada). Depois, vitória magra, por 1 a 0, suficiente para garantir a sua segunda Taça Intercontinental - a primeira fora levantada no ano anterior, após bater o Benfica.

Campeões separados pelo tempo
Do time do Santos que conquistou o bicampeonato mundial, nove jogadores e o técnico Lula já faleceram. 
Outros nove ainda estão vivos, mas separados pelos 50 anos que se passaram.
Zito, Dalmo, Lima, Geraldino, Dorval, Mengalvio, Pepe, Coutinho e Pelé ainda podem contar histórias da época e são os nove ex-atletas que ainda estão vivos.
Os bicampeões do mundo Gylmar e Laércio (goleiros), Calvet, Haroldo e Mauro (zagueiros), Ismael (lateral direito), Almir, Batista, Toninho Guerreiro (atacantes) e Lula (técnico) já faleceram. 


FICHAS TÉCNICAS:
MILAN 4 X 2 SANTOS

JUIZ:  Alfred Haberfellner (Áustria)
GOLS: 3’/1ºT Trapattoni (1-0); 15’/1ºT Amarildo (2-0); 10’/2ºT Pelé (2-1); 22’/2ºT Amarildo (3-1); 37’/2ºT Mora (4-1) e 39’/2ºT Pelé (4-2).
PÚBLICO:  51.917
LOCAL:  San Siro, Milão (Itália)

MILAN: Ghezzi; David, Trebbi, Maldini e Pelagalli; Trapattoni, Mora, Lodetti e Mazzola; Rivera e  Amarildo. Técnico: Luis Carniglia.

SANTOS: Gilmar; Lima, Haroldo, Calvet e Geraldino; Mengálvio, Zito, Dorval, Coutinho; Pelé e Pepe. Técnico: Lula.
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SANTOS 4 x 2 MILAN
JUIZ:  Juan Regis Brozzi (Argentina)
GOLS: 12’/1ºT  Mazzola (0-1); 17’/1ºT Mora (0-2); 5’/2ºT Pepe (1-2); 9’/2ºT Almir Pernambuquinho (2-2); 20’/2ºT Lima (3-2) e 23’/2ºT Pepe (4-2).
PÚBLICO:  132.728
LOCAL:  Maracanã, Rio de Janeiro (RJ).

SANTOS:  Gilmar; Ismael, Mauro, Haroldo e Dalmo; Lima e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Almir Pernambuquinho e Pepe. Técnico: Lula.

MILAN: Ghezzi; David, Trebbi, Maldini e Pelagalli; Trapattoni, Mora, Lodetti e Mazzola; Rivera e  Amarildo. Técnico: Luis Carniglia.

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SANTOS 1 x 0 MILAN
JUIZ: Juan Regis Brozzi (Argentina)
GOL: 31’/1ºT Dalmo (1-0).
PÚBLICO:  120.421
LOCAL: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ).

SANTOS: Gilmar; Ismael, Mauro, Haroldo e Dalmo; Lima e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Almir Pernambuquinho e Pepe. Técnico: Lula.

MILAN: Balzarini (Barluzzi); Benítez, Trebbi, Maldini e Pelagalli; Trapattoni, Mora, Lodetti e Mazzola; Fortunato e  Amarildo. Técnico: Luis Carniglia.


Fontes: LANCE Diário Esportivo.


Henrique Rodrigues Soares - História do Futebol

Imagem Agência O Globo.

118 vezes Mengão! Aniversário do clube de maior torcida no Brasil...














e, possivelmente maior do mundo. 118 anos comemorado no dia 15 de novembro deste ano, já que nas regatas este clube nasceu em 1895. Com a chegada do futebol chegou sua popularidade, e na geração Zico chegou o gigantismo do clube com torcedores espalhados por todo território nacional.

Suas principais conquistas:
Campeão Intercontinental em 1981 ( Mundial sem reconhecimento da FIFA).
Campeão da Libertadores da América em 1981.
Campeão Brasileiro em 1980, 1982, 1983, 1987*, 1992 e 2009.
Campeão da Copa do Brasil 1990 e 2006.
Copa Mercosul 1999.
32 campeonatos Cariocas.

Com uma torcida segundo o IBOPE em torno de 33,2 milhões, 17,2% da população brasileira, o clube conhecido por uma torcida que representa todas as classes sociais.


Parabéns Nação Rubronegra!


*No dia 21/02/2011 a CBF, através de Resolução da Presidência nº 02/2011, reconheceu o Sport Club Recife e o Clube de Regatas do Flamengo como campeões brasileiros de 1987.


Na mesma Resolução, foram reconhecidos como vice-campeões brasileiros de 1987 o Guarani Futebol Clube e o Sport Club Internacional de Porto Alegre.






Fontes: KLEIN, Marco Aurélio - Futebol Brasileiro 1894 à 2001. São Paulo: Editora Escala, 2001.


Diário Lance - Jornal esportivo










Henrique Rodrigues Soares - História do Futebol